Você está aqui

Posts da Biblioteca

Impactos sócio-ambientais urbanos na Região Metropolitana de São Paulo

A dimensão dos problemas ambientais tem se avolumado de forma crescente no contexto urbano metropolitano brasileiro. Sua lenta resolução tem provocado um descontrole em alguns setores estratégicos para a garantia da qualidade de vida – aumento desmesurado de enchentes, dificuldades na gestão dos resíduos sólidos e interferência crescente do despejo inadequado de resíduos sólidos, impactos cada vez maiores da poluição do ar na saúde da população e contínua degradação dos recursos hídricos.

Tags: 

METRÓPOLE SUSTENTÁVEL? Não é uma questão urbana

As raízes culturais e o processo capitalista no mundo contemporâneo desenharam a atual configuração socioespacial. A degradação da qualidade ambiental exige novas posturas éticas, fundadas em uma ética do futuro. O atual quadro da problemática ambiental deve ser pensado, assim, na relação com a condição cultural e o desenvolvimento sustentável.

Yoshiya Nakagawara Ferreira

São Paulo Perspec. vol.14 no.4 São Paulo Oct./Dec. 2000

Movimento ambientalista no Brasil. Representação social e complexidade da articulação de práticas coletivas

O ambientalismo brasileiro tem assumido uma crescente influência na formulação e implementação de políticas públicas e na promoção de estratégias para um novo estilo, sustentável, de desenvolvimento

Da Hidro-Técnica A Hidro-Política: Novos Rumos Para A Regulação E Gestão Dos Riscos Ambientais No Brasil

De acordo com o Código de Águas (Lei de 1934), além do Estado, a gestão dos recursos hídricos era realizada por sistemas peritos. Por estas características, tal Código pode identificar-se como dando prioridade ao que denominamos “Hidro-técnica”.A mudança de perspectiva na lei 9.433/1997 envolve uma politização da gestão dos recursos hídricos. Com este uso do conceito de política não nos referimos à política partidária, mas fundamentalmente a uma política abrangente, envolvendo à sociedade civil em processos de consulta e decisórios na gestão da água.

Sociologia dos desastres

Vivemos tempos de crescimento na Defesa Civil brasileira. O surgimento desta iniciativa da Professora Norma Valencio é mais um indicativo de que nossa área de atuação adotou um rumo firme de fortalecimento para enfrentar os diferentes desafios que o sofrimento humano causado por eventos adversos nos coloca. Este livro nos adverte de que é possível trabalhar, ao mesmo tempo, na atenuação dos danos causados às pessoas e na produção de consistência técnica e tratamento sistematizador das experiências vividas.

CONHECENDO NOSSA ÁGUA: Pesquisa-ação participativa em Educação Ambiental junto a estudantes

Este artigo apresenta uma síntese do estudo que teve como objetivo empreender ações investigativas e educativas ambientais que contribuíssem para que um grupo de estudantes do ensino fundamental de uma escola pública estadual de um bairro popular compreendesse as condições de abastecimento de água do local onde vivem, que afetam sua vida cotidiana.

Educação para a água

A água como tema no contexto educacional é abordada a partir de diversas perspectivas. Diante das discussões em relação à crise socioambiental atual, acreditamos que a educação para a água deva ser realizada a partir da abordagem das dimensões espacial e temporal, considerando nesta última o tempo geológico e a história humana, sem a qual não é possível enfrentar a fragmentação do conhecimento que predomina no ambiente escolar.

Governança dos recursos hídricos e participação da sociedade civil

O texto aborda a gestão pública compartilhada dos recursos hídricos no Brasil e as transformações qualitativas na relação entre Estado e Sociedade Civil, enquanto referência de um ponto de inflexão e reforço das políticas públicas centradas na ampliação da cidadania. A reflexão centra-se no desafio do fortalecimento do espaço público e na participação da Sociedade Civil, na sempre complexa e contraditória institucionalização de práticas participativas inovadoras.

Páginas