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Metodologias Participativas

  • Aprendizagem Social e Unidades de Conservação: Aprender juntos para cuidar dos recursos naturais

Esta publicação busca divulgar caminhos para o aperfeiçoamento das práticas participativas na gestão compartilhada das Áreas de Proteção Ambiental (APAs). O foco é o aprofundar o conhecimento dos principais aspectos que demandam ampliação do repertório das comunidades e do poder público para aproximar os participantes, estreitando os laços entre eles e fazendo com que desenvolvam novas formas de trabalhar conjuntamente e em harmonia para a gestão desses espaços. Assim, visa construir e estimular processos de colaboração e interconexões entre pessoas, ideias e ações para multiplicar a disseminação de um conhecimento baseado em valores e práticas sustentáveis, indispensáveis para estimular o interesse e o engajamento de pessoas na ação e na responsabilização. As práticas educativas ambientalmente sustentáveis nos apontam para propostas de ação com vistas à mudança de comportamento e atitudes, ao desenvolvimento da organização social e da participação coletiva. Publicação acessível em:

http://www.icmbio.gov.br/educacaoambiental/images/stories/biblioteca/gestao_participativa/MANUAL_APRENDIZAGEM.pdf

 

  • MANUAL DE APRENDIZAGEM SOCIAL

A publicação deste Manual é parte do projeto “Diagnóstico socioambiental, aprendizagem social e modelos multi-agentes na definição de políticas públicas para a gestão integrada dos recursos hídricos e uso e ocupação do solo”, desenvolvido pelo Grupo de Pesquisa GovAgua USP, vinculado ao PROCAM/IEE-USP, com apoio da Fapesp. Tem como objetivo a disseminação de metodologias e atividades que fortaleçam diagnósticos colaborativos e articulados de planejamento territorial e gestão de recursos hídricos. Estas ferramentas foram desenvolvidas com base na experiência dos pesquisadores e também na produção de conhecimento disponível no contexto da realidade das bacias, e na articulação entre os atores comprometidos com a necessidade de dar respostas aos problemas de degradação, escassez e distribuição desigual do recurso água e uso e ocupação do solo. Acesso à publicação em Aprendizagem-Social_Manual.

 

  • PEDAGOGIA DA RODA E DO BRINQUEDO

Trecho do programa Ação, da Rede Globo, realizado com Tião Rocha e sobre o trabalho do Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento (CPCD) em Curvelo, Minas Gerais, baseado na pedagogia do roda e do brinquedo, inspiradas em Paulo Freire.

Acesso à reportagem em: http://lappes.iee.usp.br/lappes/e-possivel-fazer-educacao-sem-escola/

 

 

  • CADERNO METODOLÓGICO – Educação Ambiental e Mobilização Social em Saneamento

O caderno metodológico para ações de Educação Ambiental e Mobilização Social em Saneamento apresenta algumas referências metodológicas voltadas a estimular e contribuir para o desenvolvimento de ações articuladas de educação ambiental e mobilização social, que tenham como características a participação popular e o comprometimento com mudanças estruturantes na busca pela construção de sociedades sustentáveis.

Acesso ao material em: http://lappes.iee.usp.br/lappes/caderno-metodologico-para-acoes-de-educacao-ambiental-e-mobilizacao-social-em-saneamento/

 

 

  • AGENDA 21 ESCOLAR – EMBU DAS ARTES  

O projeto Agenda 21 Escolar não pretende ser um modelo padrão, homogêneo, um guia ou manual, mas um desencadeador de processos para a construção de comunidades educativas capazes de elaborar, participativamente, diagnósticos de desafi os, escolha de prioridades e elaboração de planos de ação para a resolução dos problemas detectados em cada realidade escolar, a partir de seu contexto histórico, geográfi co, econômico, social e cultural. Sugere as várias fases de desenvolvimento da Agenda 21 na Escola: como começar, quem envolver, que atividades realizar, em que momentos, como fazer o diagnóstico, como preparar planos de ação referente aos “sonhos coletivos” da comunidade educativa — que escola queremos, que bairro sonhamos? Que sonho de cidade fertiliza a nossa imaginação e dá vida às nossas esperanças? Que cidadão precisa ser formado pela nossa comunidade educativa, capaz de transformar “sonhos” em realidades, onde o acolhimento, o cuidado, a beleza e a solidariedade para com a vida sejam os referenciais éticos norteadores de currículos, conteúdos e ações pedagógicas? Acesso ao material em: http://lappes.iee.usp.br/lappes/?p=2978

 

  • AGENDA 21 E EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA A SUSTENTABILIDADE – DA TEORIA À PRÁTICA

A coordenação pedagógica da Sociedade Ecológica Amigos de Embu – SEAE elaborou a proposta do curso Agenda 21 e Educação Ambiental para a Sustentabilidade – da Teoria à Prática, voltado à formação de educadores, representantes do poder público, empresariado e lideranças locais, ampliando a participação para além da comunidade de educadores formais. O curso, realizado entre maio e setembro de 2007, foi composto por módulos teóricos e práticos focados na temática Agenda 21, comunidades e potenciais locais para a sustentabilidade. Acesso ao material em: http://lappes.iee.usp.br/lappes/?p=2991

 

 

  • ATLAS SOCIOAMBIENTAL DE EMBU

O projeto de construção deste Atlas atende à demanda por informações socioambientais referentes ao município, para ampliar os diagnósticos elaborados coletivamente na construção da Agenda 21 Escolar. Através do trabalho conjunto, participativo e democrático entre escolas e bairros, o Atlas subsidiará as instituições de ensino, associações, sociedade civil e poder público na elaboração de diagnósticos mais específicos e planos de intervenção que contemplem os desafios e potencialidades locais, resultando em relações de maior responsabilidade com o meio ambiente e a qualidade de vida para toda a população embuense.O Atlas procura, de maneira didática e sucinta, retratar a evolução natural e respectiva ocupação humana das bacias hidrográficas do município, contextualizando as peculiaridades sociais e ambientais do território brasileiro, paulista e embuense. Desta forma, a leitura do Atlas pretende levar o leitor a se identificar e sentir-se parte integrante dos processos de construção e transformação de sua cidade, bem como, através do conhecimento do município, sentir-se capaz de participar, de forma consciente e ativa, das decisões e dos rumos políticos, ambientais, econômicos, sociais que influenciarão os destinos do município doravante. Acesso ao material em: http://lappes.iee.usp.br/lappes/?p=2999