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Participação e Cidadania

Política Nacional de Participação Social

Em evento sobre a Política Nacional de Participação Social, dia 23 de maio de 2014, em Brasília (DF), a presidenta Dilma Rousseff falou sobre o trabalho das entidades da sociedade civil, como as Organizações Não-Governamentais. Ela se posicionou a favor do marco regulatório deste setor (em tramitação no Congresso Nacional) e exaltou a parceria com as ONGs nas políticas públicas.

Desafogando a água

“Jovens se mobilizaram para produzir o vídeo documentário “Desafogando a Água” que aborda a questão paradoxal entre a frequente falta de abastecimento de água na escola e a existência de uma nascente na porta da mesma. Foram entrevistados vizinhos da escola, professores e a gestão escolar a respeito da abundância de cursos d’água na região e a falta de planejamento estratégico urbano. O vídeo é o resultado do projeto Dedo Verde na Escola em 2011 e 2012 como agentes ambientais, promovido pelo Instituto 5 Elementos — Educação para a Sustentabilidade, que envolveu alunos do ensino fundamental II da escola Gov. André Franco Montoro do município de Itapevi/SP. O roteiro, produção e pós produção foi realizado de forma participativa com os agentes ambientais sob a coordenação do cineasta e educador Adolfo Borges.”

Diálogos sobre justiça

A pesquisa Estudo sobre Atuação da Justiça nos Conflitos Fundiários Urbanos será distribuída e apresentada no Instituto Pólis, no dia 31 de março, às 18h.

Elaborado pelo Instituto Pólis, o IBDU (Instituto Brasileiro de Direito Urbanístico) e o CDES (Centro de Direitos Econômicos e Sociais), o relatório propõe uma análise acurada do tema dos conflitos fundiários urbanos, abordando como o Poder Público, ao intervir em tais demandas, poderia propor soluções adequadas que respeitem os direitos fundamentais dos envolvidos.

 

Teeme Ära / Let’s do it!

Havia mais de 10 000 toneladas de resíduos ilegais lançados em áreas de proteção natural na Estônia. Em outubro de 2007, por iniciativa de um grupo de cidadãos ativos, foi criada a campanha “Let´s do it” que mapeou mais de 10 000 locais poluídos por lixo e convocou a sociedade para participar. No dia 3 de maio de 2008

Mobilização e mudança social

‘Si el riesgo de la política clásica fueron el ideologismo, la polarización y has­ta el fanatismo, el riesgo de hoy son la banalidad, el cinismo y la corrupción […] la gran tarea del futuro es la reconstrucción del espacio institucional, la polis, en que la política vuelve a tener sentido como articulación entre actores sociales autónomos y fuertes y un Estado que recobra su papel de agente de desarrollo (Manuel Antonio Garretón, 2001: 35).’

Comunidades Tradicionais e cultura ecológica/ Gestão de Unidades de Conservação

A Publicação eletrônica OLAM- Ciência e Tecnologia é semestral e tem perfil multi e interdisciplinar.

A edição da revista OLAM (ISSN 1982-7784), V. 13, N. 2 (2013) sobre os temas “COMUNIDADES TRADICIONAIS E CULTURA ECOLÓGICA/ GESTÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO” já se encontra online, com acesso público e gratuito, bastando o leitor fazer seu cadastro para acessar os artigos em:

Educação ambiental e pesquisa-ação participante: o fortalecimento de práticas de cooperação e participação

Este livro relata a elaboração de um projeto de Agenda 21 Escolar, que teve por objetivo construir colaborativamente, a partir do espaço público institucional, a escola, um espaço coletivo de debates, gerenciamento de conflitos, diálogo e busca de consensos possíveis, que valorizasse o fortalecimento de ações colaborativas, fundamentadas no conhecimento e na pesquisa para a melhoria da gestão do próprio espaço, transformando-o em lugar de viver – o bairro –, o território onde a escola está inserida.

Aprendizagem Social e Unidades de Conservação: Aprender juntos para cuidar dos recursos naturais

Esta publicação busca divulgar caminhos para o aperfeiçoamento das práticas participativas na gestão compartilhada das Áreas de Proteção Ambiental (APAs). O foco é o aprofundar o conhecimento dos principais aspectos que demandam ampliação do repertório das comunidades e do poder público para aproximar os participantes, estreitando os laços entre eles e fazendo com que desenvolvam novas formas de trabalhar conjuntamente e em harmonia para a gestão desses espaços

A TRAMA DA CRITICA DEMOCRÁTICA: da participação à representação e à accountability

Este artigo atenta para deslocamentos conceituais ocorridos entre “representação política”, “participação” e “accountability” na crítica interna à democracia ao longo das últimas décadas, bem como examina sua ressignificação recíproca na definição de nova trama conceitual da crítica democrática. O conceito de accountability parece oferecer, hoje, o registro normativo para lidar com as exigências de legitimidade nas experiências de representação política extraparlamentar. Argumenta-se também, que as circunstâncias históricas que propiciaram a polaridade negativa ou capacidade crítica à “participação”, no campo da teoria democrática, não apenas mudaram, mas tornaram inadequada sua especifi cação analítica para a compreensão das experiências de inovação democrática em curso.

APRENDIZAGEM SOCIAL: Diálogos e Ferramentas Participativas: Aprender Juntos Para Cuidar da Água

A publicação deste Manual é parte do projeto “Diagnóstico socioambiental, aprendizagem social e modelos multi-agentes na definição de políticas públicas para a gestão integrada dos recursos hídricos e uso e ocupação do solo”, que tem como foco a articulação entre as instâncias de gestão territorial e de gestão de recursos hídricos, no sentido de administrar, facilitar e integrar as ações necessárias a um planejamento socioeconômico, territorial e ambiental de forma participativa

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