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Políticas Ambientais

Leis de proteção dos direitos ancestrais de água dos povos indígenas no Chile

Este artículo representa un estudio exploratorio que recoge información sobre el problema de los derechos de agua ancestrales de los pueblos indígenas en chile, centrándose en los instrumentos jurídicos que tratan de conceder tales derechos a estas personas. los derechos de aprovechamiento de aguas del país se venden en una lógica de libre mercado, respaldada por la legislación de aguas vigente.

Notas e reflexões sobre a jurisprudência internacional em matéria ambiental: a participação de indivíduos e organizações não governamentais

O objetivo do artigo é oferecer uma sistematização da jurisprudência internacional relevante envolvendo onGs e meio ambiente. Para isso, buscou-se mapear os casos exemplares levados às instâncias internacionais, como forma de ilustrar o potencial e as limitações da estratégia de se recorrer ao direito internacional, levada a efeito por um crescente número de indivíduos e organizações.

Integração de informações quali-quantitativas como ferramenta de gerenciamento de recursos hídricos

As curvas Total Maximum Daily Loads (TMDLs) possibilitam verificar a carga total máxima diária de poluentes que um corpo d’água em condições críticas pode depurar. Essas, juntamente com o diagnóstico da qualidade da água são ferramentas importantes no gerenciamento de recursos hídricos. Deste modo, objetivou-se a integração de informações quali-quantitativas para a elaboração de curvas TMDL referentes ao Rio Anhanduí, Campo Grande, MS.

Integração de políticas e governança ambiental: o caso do licenciamento rural no Brasil

Tratamos da coordenação horizontal de políticas, a partir do estudo da relação entre o desmatamento nos assentamentos de reforma agrária e o licenciamento Ambiental Rural. São identificados falhas técnicas, administrativas, de integração e coordenação na implementação do instrumento. A eficácia contra o desmatamento está em ações coordenadas e integrações políticas, institucionais, técnicas e estruturais de diversos setores.

Oportunidades e Barreiras para Políticas Locais e Subnacionais de Enfrentamento das Mudanças Climáticas em Áreas Urbanas

Os objetivos deste trabalho desdobram-se em dois: primeiramenteapresentar uma revisão dos principais fatores que influenciam políticas públicas e açõesgovernamentais de enfrentamento das mudanças climáticas em áreas urbanas, incluindo aidentificação de barreiras e obstáculos que limitam o potencial dos governos em empreenderações tanto de mitigação quanto de adaptação.

São Paulo, centro e periferia: a retórica ambiental e os limites da política urbana

O texto, referenciando-se na Região Metropolitana de São Paulo, coloca um foco na questão ambiental urbana, onde o ambiente não consiste apenas em dinâmicas e processos naturais, mas inclui as relações entre estes e as dinâmicas e os processos sociais. Duas situações extremas expressam a questão: os assentamentos precários nas franjas periféricas junto aos mananciais e em áreas ambientalmente sensíveis e áreas centrais, consolidadas, que perdem população, mas têm potencial de adensamento.

WATERLANDS

Site interativo canadense sobre os últimos maiores suportes de água doce na Terra. Acesso ao filme Waterlife, em inglês.

Acesse em: waterlife.nfb.ca

 

ANTICORPOS DE GAIA NO ENCONTRO DAS ÁGUAS: trajetórias de aprendizagem de jovens nas trilhas do ambientalismo

Esta Tese estuda os processos de engajamento ambiental de jovens com ênfase nas narrativas de vida de membros de grupos ambientalistas juvenis e na história do Coletivo Jovem de Meio Ambiente de São Paulo (CJ-SP), Antivorpos de Gaia. A pesquisa se apóia em entrevistas gravadas em vídeo com jovens no Brasil e no Canadá, trabalhos de observação de campo, interação virtual, estudo de documentos e pesquisa bibliográfica.

Dilemas socioambientais na gestão metropolitana – do risco à busca da sustentabilidade Urbana

A dimensão dos problemas ambientais tem se avolumado de forma crescente no contexto urbano metropolitano brasileiro. Sua lenta resolução tem provocado um descontrole em alguns setores estratégicos para a garantia da qualidade de vida – aumento desmesurado de enchentes, dificuldades na gestão dos resíduos sólidos e interferência crescente do despejo inadequado de resíduos sólidos, impactos cada vez maiores da poluição do ar na saúde da população e contínua degradação dos recursos hídricos.

Cartilha sobre revisão do Código Florestal

Para entender a polêmica gerada em torno do Código Florestal, é preciso voltar no tempo e recapitular como se deu o processo de ocupação do solo no nosso país. Desde a chegada dos colonizadores ao Brasil, a natureza era vista como uma fonte de recursos sem fim e as florestas não passavam de “obstáculos” que impediam o avanço do desenvolvimento. Essa visão permanece até hoje em algumas regiões do país: é mais barato queimar, degradar e procurar outra área do que ficar e cuidar da terra e investir no aumento da produtividade.

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