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Sustentabilidade

EDUCAÇÃO AMBIENTAL, SUSTENTABILIDADE E CIÊNCIA: o papel da mídia na difusão de conhecimentos científicos

São problemas de ordem ambiental: aquecimento global, mudanças climáticas, escassez de recursos naturais, resíduo. Em resposta, têm sido gerados novos saberes no campo da ciência, tecnologia e educação chamada ambiental de modo a se proporem alternativas para que o homem possa relacionar-se com o ambiente de maneira sustentável, e a mídia tem contribuído sobremaneira na veiculação desses conhecimentos. Na imprensa escrita, revistas e jornais têm criado seções, suplementos, cadernos tematizando educação e meio ambiente.

Para uma casa ecologicamente correta

Matéria do RepórterEco da TV Cultura sobre Cesar Pegoraro, biólogo, morador na zona oeste de São Paulo,  que realizou adaptações em sua casa, exercitando sua responsabilidade com o meio ambiente.

Vídeo disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=DjNd0xCCrtI

Íntegra: Ainda é tempo – Carlos Nobre

A destruição do que não existia – de valores apenas virtuais, sem base real – pode ser a oportunidade de mudarmos de rumo econômico e impedirmos a destruição do que realmente existe: a natureza, o mundo, o planeta. O Brasil se tornou uma potência agrícola, isso não é original. Mas ele tem a chance de ser a primeira potência ambiental do planeta – e de comandar uma mudança de civilização. Que papel podemos ter nisso, nós que aqui estamos?

Desenvolvimento Sustentável: uma utopia?

O economista José Eli da Veiga faz um histórico da utilização da expressão desenvolvimento sustentável. Primeiro ele esclarece os significados que cada uma dessas palavras têm e em seguida, sempre de um ponto de vista das ciências econômicas, ele apresenta os desdobramentos do conceito de desenvolvimento sustentável.

José Eli da Veiga é professor titular do Departamento de Economia da FEA-USP (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade), onde coordena o Núcleo de Socioeconomia Ambiental.

Programa Cidades Sustentáveis

O Programa Cidades Sustentáveis tem o objetivo de sensibilizar, mobilizar e oferecer ferramentas para que as cidades brasileiras se desenvolvam de forma econômica, social e ambientalmente sustentável. São grandes os desafios e, para sermos exitosos em ações que contribuam com a sustentabilidade, será necessário o envolvimento de cidadãos, organizações sociais, empresas e governos.

A importância do ICMS ecológico como instrumento de compensação financeira na aplicação do princípio protetor-recebedor

O Princípio do Poluidor Pagador (PPP) nasceu como princípio econômico na década de 70 e com o decorrer do tempo passou a princípio jurídico, tornando-se um princípio geral do direito ambiental reconhecido, inclusive, como princípio geral no âmbito do direito internacional em 1992 na Convenção de Helsinque. Entretanto, ainda não existe uma definição precisa do princípio, por falta de uma clara determinação dos custos ambientais e a definição de quem sejam efetivamente os poluidores.

Iluminação sustentável a custo zero

Garrafas plásticas com água foram a alternativa do Sr. Alfredo Moser ao apagão de 2002 em Uberaba. A engenhoca se tornou solução sustentável na redução dos gastos com energia elétrica.

Educação para a sustentabilidade nos cursos de administração: reflexão sobre paradigmas e prática

Na última década, multiplicaram-se os módulos, cursos e programas relacionados à sustentabilidade no ensino superior em geral, assim como mais especificamente no ensino da Administração. O propósito deste artigo é apresentar uma reflexão e uma avaliação de tais esforços e mapear caminhos para a construção de módulos, cursos e programas por meio de uma reflexão sobre paradigmas da educação e suas práticas.

Contribuição das Unidades de Conservação para a Economia Nacional – Relatório Completo

O Ministério do Meio Ambiente em parceria com o Centro para Monitoramento da Conservação Mundial do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP-WCMC, na sigla em inglês), sob a coordenação técnica de pesquisadores da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e da Universidade Federal do Rio de Janeiro, com o apoio técnico de GIZ e do IPEA e o apoio financeiro do DEFRA, desenvolveram o estudo CONTRIBUIÇÃO DAS UNIDADES DE CONSERVAÇÃO BRASILEIRAS PARA A ECONOMIA NACIONAL.

Indicadores de sustentabilidade: linha do tempo

A sistematização do quadro é de autoria é do Bernardo Eckhardt que atualmente é analista ambiental do Ibama a partir das análises e estudos do professor José Eli da Veiga. Vale sua conferida. Ela relembra de forma cronológica a evolução do conceito ao longo de um período de aproximadamente 60 anos, com registro dos seus marcos. Um excelente material para análise e uso didático, especialmente, por aqueles que atuam na docência, mas não exclusivamente. Para ver em tamanho maior, como convém, clique sobre a imagem.

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